Muito do que vejo a minha volta me entristece
Não quero ver, não quero me ver.
Por que meu passado dói? Quando me lembro, dói.
Nunca me acharam. Será que me perdi?
No tempo, no vento, em cada canto!
Um pranto, no relento, na chuva que cai
Sobre mim, noite e dia.
Será que o dia virá depois de tanta escuridão?
Será que a manhã virá com seu sol arrebatador?
Tirando a dor, curando as feridas do horror.
Que venha o sol e me ilumine como Deus o fez,
E aqueça-me, invada-me
Para que eu reflita tua luz.
Não quero ver, não quero me ver.
Por que meu passado dói? Quando me lembro, dói.
Nunca me acharam. Será que me perdi?
No tempo, no vento, em cada canto!
Um pranto, no relento, na chuva que cai
Sobre mim, noite e dia.
Será que o dia virá depois de tanta escuridão?
Será que a manhã virá com seu sol arrebatador?
Tirando a dor, curando as feridas do horror.
Que venha o sol e me ilumine como Deus o fez,
E aqueça-me, invada-me
Para que eu reflita tua luz.
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