sábado, 21 de março de 2015

Nostalgia

Certo dia, com saudade de você...
Voltei!
Cheio de calor e um amor intenso para afagar-te.
Não te achei. Achei um vento frio, cômodos vazios.
Olhos, bocas, pernas que te pertenciam,
mas não era você.
No lugar de um sorriso, uma gargalhada quase macabra.
Teus olhos ternos e amorosos hoje tinham somente ódio. Por quê?
Teu andar simples agora tem um gingado malandro.
Chorei, soluçando de tristeza.
Voltei. Fui embora.
Na saudade de encontrar um dia, de novo, a tua beleza.

Ilumina meu Peito

Alveje-me com tuas brancuras e glórias sem fim
Em teu propósito santíssimo atravessa-me outra vez
Mais uma vez todos os dias, a cada momento
Não deixe que meu sentimento corrupto domine-me
E mais e mais de ti — cresça em mim, transforma-me
Ceia comigo com teu cintilante amor!!!

Ilumina meu peito
Com tua farta presença
Não me deixe desse jeito
Jesus

Na tua, e com a minha intimidade seremos
Um num propósito eterno juntos como uma família
De muitos e muitos filhos conforme
à tua imagem e conforme a tua semelhança
Resplandeça minh'alma na quantidade que tu queres
Na unidade e na qualidade de teu reino!!!!

Súplica

Salva-me, Onipotente, do frenesi desse mundo
Refestela minha alma com tua doce presença
Sufoca o desamor amargo que me contamina
Já vou desfalecendo, pois o sistema tenta me engolir!
De maneira a saciar a fera que devora homens fracos
Salva-me, Onisciente, dos pensamentos turvos e embaçados
Que traem teu Espírito em mim.

Um sopro

Eu só preciso de um sopro que me dê vida
Um sopro que alimente minha ida
Fé para levantar-me daqui
Colocar-me de pé e caminhar até aí
Ser voraz, ser capaz para suspirar de novo
Eu preciso de um sopro que me leve daqui
Uma corrente que me dê esperança
Que me leve solto nessa quente voz
Eu preciso de um sopro para voar
Alçar em altas nuvens minha liberdade

Brilhe amiga Luz(poema)

Muito do que vejo a minha volta me entristece
Não quero ver, não quero me ver.
Por que meu passado dói? Quando me lembro, dói.
Nunca me acharam. Será que me perdi?
No tempo, no vento, em cada canto!
Um pranto, no relento, na chuva que cai
Sobre mim, noite e dia.
Será que o dia virá depois de tanta escuridão?
Será que a manhã virá com seu sol arrebatador?
Tirando a dor, curando as feridas do horror.
Que venha o sol e me ilumine como Deus o fez,
E aqueça-me, invada-me
Para que eu reflita tua luz.