De todo eterno
Jogo-me em cada instante No segundo que se foi Outro já novo mais alvejante O favor que penso me cobri No afago do tempo eterno Esvai em dedos ternos Forço-me a escrever crente E m espaços nas coisas em gente
A visão, com o tempo, depende da manutenção do foco na paciência.