terça-feira, 20 de agosto de 2013

Belezas internas


Sentei-me à mesa para ver o mar, e vi você passar, calmamente.
E desses intervalos das ondas, veio um perfume, senti ciúme.
 Das fragatas que roubavam em rasante minha mente.
E seus passos calmamente, pararam, olhavam as ondas.
 E assim se foi: às horas, a luta das pedras, e seu olhar perdido no mar.
Tantas ocasiões e os olhares se encontram,
Um sorriso de canto de boca, um olhar maroto.
E a tarde dourada de pipa: que clareia os ares, as falésias, os mares
Nessa proposta de observar belezas internas

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